sábado, 30 de dezembro de 2023

A Confraria

Confraria Luso-Brasileira de Trovadores

Patrono da Confraria: Izo Goldman

 

A Confraria Luso-Brasileira de Trovadores congrega trovadores/as que estão ainda na ativa e honra aqueles/as que já não estão mais entre nós.



Domingos Freire Cardoso

 

A Lua, eterna viajante
dos espaços siderais,
é mulher, bela e distante,
que não se alcança jamais.
= = = = = = = = =

Cada lágrima é cristal
puro, pequeno e brilhante,
com que me pagas o mal
que te causo a todo instante.
= = = = = = = = =

Juntas, duas alianças,
no dedo da mão esquerda,
são permanentes lembranças
da minha infinita perda…
= = = = = = = = =

Livro fechado na estante
esquecido, mudo e só
faz lembrar um caminhante
perdido, morrendo ao pó.
= = = = = = = = =

O riso na tua face
tão doce, puro, inocente,
é como luz que passasse
por um cristal transparente.
= = = = = = = = =

Trago um sonho pequenino
guardado dentro do peito,
que é morar sempre um menino
neste corpo de homem feito…

José Feldman, Missionário da Trova


A Confraria Luso-Brasileira de Trovadores conferiu ao trovador José Feldman o título de Mérito Cultural “Magnus Magister”, título máximo desta entidade, em reconhecimento por seu trabalho incansável em prol da trova, que atinge reconhecimento não só no Brasil, mas no mundo inteiro. Este homem, em sua caminhada hercúlea, leva adiante, sem pestanejar, em sua missão, o trabalho profícuo de propagar a trova a todas as partes do mundo. 
 
"Em audaciosa imagem, José Feldman é uma espécie de “gralha azul” que, em vez de semear pinhões, semeia letras e versos, reflorestando o Brasil com esse viço poético que desperta a sensibilidade - em tempos atuais, sob constante ameaça de ser sufocada pelo árido e pesado concreto do dia-a-dia.

Sensível, sofrido, faz ele de sua vida um barco que enfrenta tempestades e mares revoltos, com o estoicismo de poucos, e, sem esmorecer, digita, altas horas, as páginas que cria, repletas de obra alheia e, nas quais, quem menos aparece é seu próprio nome." (Carolina Ramos, primeira dama da Trova)

"Gratidão e reverência a este homem comprometido e apaixonado pela sonoridade dos versos, nos âmbitos nacional e internacional. Tenho convicção de que a felicidade só é completa quando compartilhada! Inegavelmente, esta é uma das máximas qualidades de Feldman, pois compartilha tudo o que compõe e, também, tudo o que os outros compõem! Desconheço outro espírito vivente que faça isso, com tanta intensidade e bons fluidos quanto Feldman! Uma honra imensurável tê-lo em nosso convívio!" (Vânia Ennes)

"Ele é o maior divulgador de textos alheios via internet. O maior propagador da arte literária no país. (A. A. de Assis - Maringá/PR)

"Uma pessoa de uma bondade ímpar, cuja abnegação pela trova só é suplantada por seu amor aos animais. E a todos ele chama de irmãos. É um senhor, hoje beirando os 70 anos, mas com alma de criança." (Giuseppe Paolo Dell’Orso – presidente da Confraria Luso-Brasileira de Trovadores)

Livros Publicados:
- Guirlanda de Versos.
- Labirintos da Vida.
- José Feldman e Izo Goldman. Coleção Terra & Céu.

– A grana...pode me dar...
– Já vi que é um ladrão cortês...
Não dá pra você pegar
só no final do outro mês?

Cada livro, nova história...
Cada folha, novo ardor...
e, no final, a vitória
se for enredo de amor!

Cinquenta reais por ponto...
e ao mestre ele deu quinhentos.
Da propina, houve um desconto:
- Nota dois... e os quatrocentos!!!

Gralha Azul, qual fazendeiro
semeando o seu pinhão.
faz nascer mais um pinheiro,
construindo esta nação!

Não se sinta superior
por suas duras vitórias…
Quem lhe parece inferior
já teve dias de glórias.

Luiz Poeta


A Lua é grande? Que nada!!!
Cabe até na minha mão,
porém fica iluminada
dentro do meu coração.

Na cadeira que balança,
a vovó termina a trama:
uma roupa de criança
numa doce mão... que ama.

O meu sonho gostou tanto
de com teu sonho brincar,
que ao brincar com tanto encanto
fiz meu encanto sonhar.

Onde a vista não alcança,
o horizonte é meu destino,
vou curtindo minha andança
sonhando... feito um menino.

Quando outra história  reconta
o que ficou por contar,
a razão  fica tão tonta
que se nega a acreditar.

Nemésio Prata Crisóstomo

 

 Antes do quebrar da barra,
ao canto do caboré,
sussurrando, ela me agarra,
dizendo: hora do café!

Com talento e sutileza
no salão, "a media luz",
o casal mostra a leveza
do belo tango andaluz!

Correndo, desesperado,
de mala e chapéu na mão,
o passageiro, coitado,
perdeu o trem... e a razão!

De tudo que eu aprendi
pra chegar a ser “doutor”,
se, bem, eu o compreendi:
devo muito ao Professor!

Homem, mau, vil e perverso;
toda vez que tu desmatas,
mesmo em nome do progresso,
é a ti mesmo que tu matas!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Wanda de Paula Mourthé

 

Ao passar por mim, não para.
Sou a sombra de ninguém!
Que espaço enorme separa
meu amor do seu desdém!
= = = = = = = = = 

Brilho de falso talento,
que se vislumbra demais,
pode ofuscar um momento,
mas muito tempo... jamais!
= = = = = = = = = 

Buscando quimeras vãs
e redentoras auroras,
fui vivendo de "amanhãs"
e não vivi meus "agoras"...
= = = = = = = = = 

Com fé no poder divino,
traço meus rumos assim:
jamais permito ao destino
fazer escolhas por mim.
= = = = = = = = = 

De um amor que é só miragem,
finjo agora ter o assédio,
para escapar da engrenagem
desta moenda que é o tédio.
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domingo, 10 de dezembro de 2023

Paulo Roberto Oliveira Caruso

 
Dando-se as mãos a cidade
com zeladora vigília
mostra solidariedade
virando grande família.
 
Deus construiu este mundo
com suor do seu trabalho.
Seu esforço foi profundo.
Assim nos nasceu o orvalho!
 
 Fogueira em festa junina...
Eu me queimei um bocado!
Na quadrilha eu vi menina
e saí de lá casado!
 
 Foto de bonita dama
atraiu Seu Juvenal.
Viu ser dum homem a trama
no tal mundo virtual!
 
Horas por dia eu passei
no tal mundo virtual,
até que um dia paguei
uma conta bem real!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Luiz Damo

 
Diz quem ama, à parte amada:
esquecer-te eu não consigo,
sem ti sou menos que nada,
mais que tudo, eu sou contigo.

É depois de um tratamento
que o doente convalesce
e ao sumir o sofrimento
a saúde lhe aparece.

Faça a verdade imperar
sobre qualquer julgamento
e assim a chance de errar
pode ser zero por cento.

Há quem queira ser modelo
de uma vivência exemplar,
luta tanto e por não sê-lo
passa a se autocontemplar.

Jamais posso imaginar,
ou projetar meu porvir,
sem ao passado voltar
e no agora me inserir.

Giuseppe Paollo Dell'Orso

 

Chamo-me Giuseppe Paolo Dell’Orso, nasci em 15 de junho de 1927 em uma pequena cidade chamada Pieve di Soligo, localizada no interior da Itália. Desde jovem, demonstrei um profundo amor pela literatura, influenciado por meu avô, que era um poeta local. Minha infância em meio às montanhas e campos da região moldou minha sensibilidade artística, inspirando as primeiras composições poéticas. 

Após concluir o ensino médio, decidi me mudar para Roma para estudar Literatura Italiana na renomada Universidade La Sapienza. Durante meus anos universitários, me destaquei como um aluno excepcional, recebendo diversos prêmios acadêmicos, dentre os quais se destacam: 

- Prêmio de Excelência Acadêmica (1956) – Reconhecimento por minhas pesquisas inovadoras sobre a poesia moderna. 

- Bolsa de Estudos Michelangelo (1957) – Concedida a alunos com alto desempenho acadêmico, permitindo-me que realizasse um intercâmbio na Universidade de Paris. 

- Prêmio de Melhor Trabalho de Conclusão de Curso (1958) – Por minha tese sobre a influência do Renascimento na poesia contemporânea. 

Após obter meu diploma, busquei novos horizontes e me mudei para a Inglaterra, onde fui aceito no programa de pós-graduação em Literatura Comparada na Universidade de Harvard. Minha pesquisa focou na relação entre a poesia renascentista italiana e a literatura contemporânea, o que me rendeu um doutorado com honras e o prêmio Harvard Literary Fellowship, um reconhecimento pela contribuição significativa ao campo da literatura. 

Em 2001, recebi uma proposta irrecusável: lecionar Literatura Italiana em uma universidade no Brasil, no estado do Paraná. Fascinado pela cultura brasileira e pela rica diversidade literária do país, aceitei o desafio e rapidamente me adaptei à nova realidade. 

No Brasil, me envolvi profundamente com a comunidade literária, fazendo amizade com muitos escritores locais. Organizei encontros literários e oficinas de poesia, promovendo um intercâmbio cultural que unia vozes italianas e brasileiras. 

Além da carreira acadêmica e literária, sou um defensor ativo de causas sociais. Contribui para várias entidades filantrópicas tanto no Brasil quanto na Itália, focando em projetos que promovem a educação e a inclusão social. Meu envolvimento em iniciativas culturais ajudou a criar bibliotecas comunitárias e programas de alfabetização em áreas carentes. 

Apesar de aposentado, continuo a lecionar e criar. Minha jornada, que começou em uma pequena cidade italiana, me levou a se tornar um elo entre duas culturas, inspirando muitos jovens escritores e amantes da poesia. Através de minha obra e de ações, perpetuo a ideia de que a literatura é uma ponte que conecta pessoas, independentemente de fronteiras. 

A amizade que tive com o magnífico poeta José Feldman é uma história de conexão cultural e literária que começou em 2005. Desde o início de minha jornada no país, fui acolhido por Feldman, um gestor cultural reconhecido em todo território brasileiro e no exterior, que se destacou por seu trabalho em promover a literatura nacional e internacional. Conheci sua dedicação pela trova e pela literatura em geral na Biblioteca de Parma, onde há diversas trovas e poemas de sua autoria em revistas da região. Nos conhecemos em um evento literário em Curitiba, onde eu estava estava apresentando minhas obras e minha visão sobre a interseção entre a literatura italiana e brasileira. Feldman, impressionado com a sensibilidade e a musicalidade dos poemas, se aproximou para discutir as possibilidades de colaboração e intercâmbio cultural. A amizade rapidamente se fortaleceu, baseada em uma profunda admiração pelo trabalho um do outro. Fiquei impressionado com o empenho de Feldman em promover a literatura e a cultura, não apenas no Paraná, mas também em um contexto mais amplo, por pura paixão. Mais ainda pelo seu conhecimento ímpar dos poetas de países europeus, africanos e americanos, com quem muitos deles possui contato. José Feldman, além de ser um poeta e escritor talentoso, é um fervoroso defensor da literatura mundial, organizando concursos e oficinas que conectam escritores de diferentes origens. 

Juntos, iniciamos diversos projetos que visavam fomentar a literatura e a troca cultural entre Brasil e Itália. A parceria resultou em oficinas de poesia, leituras públicas e intercâmbios de escritores, permitindo que vozes diversas fossem ouvidas e celebradas. Feldman, como um grande incentivador, sempre me apoiou na divulgação de minhas obras, ajudando a criar um espaço onde a poesia pudesse florescer, com seu blog que existe desde 2007. 

A influência de Feldman na minha carreira literária é inegável. Através de suas iniciativas, não só ajudou a promover minhas obras, mas também contribuiu para a criação de uma comunidade literária vibrante, ao mesmo tempo que eu trazia uma nova perspectiva à cena literária, enriquecendo o diálogo cultural com nossas experiências e visões. 

A nossa amizade é um exemplo de como a literatura pode unir pessoas de diferentes culturas e origens. Juntos, promovemos a poesia e a literatura, mostrando que a arte é uma ponte que conecta corações e mentes, independentemente das fronteiras. A admiração mútua e a colaboração entre nós é um testemunho do poder transformador da amizade na literatura.

Sou autor de diversos livros, tanto em italiano quanto em português, com destaque para a poesia. Meus poemas refletem a fusão entre a tradição literária italiana e as influências culturais brasileiras. 

As publicações são: 

- "Sussurros da Terra": uma coletânea de poesias que explora a beleza natural do Brasil e suas semelhanças com a paisagem italiana. 

- "Coração Trovador": um livro que reúne poemas inspirados na tradição trovadoresca, adaptados ao contexto contemporâneo. 

- "Versos entre Culturas": uma obra que aborda o diálogo entre as literaturas italiana e brasileira. 

– "Fragmentos do Eu": esta coletânea de poemas reflete sobre a busca pela identidade em um mundo multicultural. Utiliza imagens e metáforas para capturar a complexidade das experiências pessoais, abordando como as raízes familiares e as influências culturais moldam quem somos. 

– "Cantos da Terra": neste livro, exploro a conexão entre o ser humano e a natureza, traçando paralelos entre as paisagens italianas e brasileiras. A obra destaca a importância da preservação ambiental e celebra a beleza dos diferentes ecossistemas, refletindo sobre como eles impactam a vida e a cultura. 

– "Ecos de Outras Vozes": uma coletânea que reúne poemas inspirados por poetas de diversas culturas. Homenageio influências literárias de diferentes partes do mundo, mostrando como a poesia pode ser um meio de diálogo entre tradições diversas. 

– "Entre Fronteiras": este livro aborda a experiência de viver entre culturas e os desafios e alegrias que isso traz. Compartilho relatos poéticos sobre minhas vivências no Brasil e na Itália, enfatizando as interações e os aprendizados que surgem dessas experiências. 

– "Sussurros do Coração": uma obra mais introspectiva, onde reflito sobre emoções universais, como amor, perda e esperança. Os poemas abordam a conexão humana, independentemente das diferenças culturais, destacando a empatia como um valor essencial. 

Se Deus me desse um desejo
que eu pudesse realizar.
Felicidade que almejo:
como criança voltar.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Jorge Fregadolli

 
As garças brancas voando,
já no silêncio da aurora…
O seu sustento buscando,
ao romper da primeira hora.

Borboleta beijoqueira
dá beijos em cada flor.
Voando solta, fagueira,
vai fecundar seu amor.

Laura, tão querida tia,
será sempre a mãe amada.
Com gratidão, todo dia,
eternamente, idolatrada!

Na terra, no céu, no mar,
somos todos peregrinos.
A ciência há que buscar
os grandes e os pequeninos.

Arma-se a lona do circo,
todos os dias, no meio da rua.
Artista, enfrenta o risco…
o sorriso é marca sua.

terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Edy Soares

 
Cada mulher preparando
em seu ventre uma criança,
é o mundo se renovando,
é Deus nos dando esperança.

Com o planeta por um fio,
tanta gente a desmatar.
Queira Deus que algum plantio,
seja feito no lugar.

Da semente, a nova planta;
da planta, a semente e o pão.
Do pão, a vida que encanta,
que planta e cultiva o chão.

Deixemos de lado o orgulho,
pois nobre é o dom do perdão;
rancor guardado é entulho,
que adoece o coração.

- Era profunda a raiz!
Disse o dentista ao cliente,
ao perceber que o nariz
saiu agarrado ao dente.

Jessé Fernandes Nascimento

 
Dos meus sonhos de criança
e dos folguedos, saudade!
E na rua da lembrança,
a placa: – Felicidade!

Em seu pensamento insano,
vindo a tudo destruir,
como pode o ser humano
a arara azul extinguir?

Extraí toda a beleza
de uma vida bem vivida;
e a velhice, com certeza,
vai adiando a partida...

Galgo nuvens montanhosas,
sou na vida um alpinista;
mesmo em trilhas perigosas,
busco os sonhos da conquista.

Não adormeças teus sonhos,
não os esqueças, jamais;
os dias são mais risonhos
pra aqueles que sonham mais.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Dinair Leite

 
Extinguiu-se a flor do lume,
do poeta expira o canto,
qual menino vaga-lume,
chega ao céu e vira encanto

Inocência adorna a fronte
de toda pessoa nova,
depois se esvai no horizonte
mas, volta perto da cova.

Mulher que trabalha e sonha
mudar a realidade,
mesmo cansada é risonha,
pois planta a felicidade!

Murchou rosa, chorou trova
e o poeta emudeceu…
Despertou em vida nova,
onde a rosa reviveu

Na floreira pequenina
floresceu rosinha nova,
que então gravei na retina
e imortalizei na trova…

Filemon Francisco Martins

 
Eu sinto nos braços teus,
um carinho, um aconchego,
e me torno um semideus
vivendo em paz, no sossego.

Falando de amor, Maria,
que saudades sinto agora
daquela doce alegria
que em teus olhos vi outrora.

Gosto da vida pacata,
homens simples dos sertões,
pois vejo usando gravata
por aqui muitos ladrões.

Meu peito canta, sorrindo,
ao ver o clarão do dia,
enquanto a noite fugindo
deixa rastros de alegria.

Minha mãe – como eu quisera
do meu amor dar-te prova,
e o meu carinho – pudera
enviar-te numa TROVA.

domingo, 3 de dezembro de 2023

sábado, 2 de dezembro de 2023

André Ricardo Rogério

 
Ah, que bonito escarcéu...
Gralha Azul... Panapaná...
A certeza está no céu:
– Deus mora no Paraná!

Namoro é sonho profundo
de duas almas unidas,
escrevendo neste mundo
o futuro com mais vidas.

O amor que parte e que volta
volta mais forte e mais rijo;
dá a volta e de mim se solta
buscando outro esconderijo.

Toda vez que você canta,
encanta e a palmas faz jus.
A plateia se levanta
e o seu canto se faz luz.

Trova é sempre o bom amigo,
de quem se diz trovador.
Tem nos versos, manso abrigo,
de quem o perdeu na dor.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Amilton Maciel Monteiro

 
A vida já me ensinou,
tal qual um bom professor,
que, quase tudo que eu sou,
aos outros devo o favor!

Céu calmo, rede macia,
no peito um grande calor...
Você falava, eu ouvia
embriagado de amor!

De bom exemplo um só grama
vale muito, muito mais,
que uma arenga que se inflama
com mil conselhos banais.

De fato, não há ciência,
pois é caso constatado,
somos todos consequência
do que fomos no passado.

Eu oro a Deus todo dia
pedindo paz em meu lar
e muita sabedoria
em meu agir e falar!

Lairton Trovão de Andrade (Descontraindo em versos)

01. Destrua a melancolia, pois a vida se renova! Contra a tristeza, Maria, beba chazinho de trova! 02. O plagiário é caricato que no mundo s...